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Mello & Possiede promove evento sobre o Seguro de Responsabilidade Civil para Advogados

Postado por Julia em 11/set/2018 -

No dia 11 de setembro de 2018, a Mello & Possiede promoveu em Curitiba um evento sobre o Seguro de Responsabilidade Civil para Advogados. O objetivo do evento era apresentar o seguro (conhecido também como E&O) aos profissionais da advocacia que não conheciam o produto, bem como aprofundar o tema aos que já conheciam, estabelecendo um espaço para sanar dúvidas e discutir sobre questões contundentes do seguro. Na oportunidade, foi feita uma abordagem sob o ponto de vista dos mecanismos de proteção para o profissional especializado, apresentando a conceituação do produto, seus objetivos, as coberturas disponíveis no mercado, a forma de utilização do seguro, seus benefícios e os aspectos do mercado segurador frente ao produto.

Agradecemos a presença de todos que compareceram!

 

 

Evento E&O 1

Evento E&O 2

Evento E&O 3

 

Aceitação do Seguro Garantia Judicial

Postado por Julia em 05/set/2018 -

“O seguro garantia judicial acarreta a harmonização entre o princípio da máxima eficácia da execução para o credor e o princípio da menor onerosidade para o executado” – A crescente aceitação do Seguro Garantia Judicial como forma de caução demonstra um amadurecimento do judiciário frente ao mercado segurador e possibilita uma maior segurança dos próprios tomadores quanto à contratação do seguro.

Confira mais em: https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI286437,31047-Seguro+garantia+judicial+indicado+por+banco+deve+ser+aceito+por

Country Risk 2018

Postado por Julia em 19/fev/2018 -

Mello & Possiede presente no Country Risk 2018, evento mundial realizado em Paris promovido pela COFACE no dia 23/01/2018.

 

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Pedidos de recuperação judicial caem em fevereiro

Postado por Julia em 09/mar/2017 -

Conforme nos foi informado pela Euler Hermes Brasil em seu Boletim Setorial Semanal de 06 de março de 2017, o número de pedidos de recuperação judicial caiu 25,8% em relação ao mesmo período de 2016, segundo a Serasa Experian. Com relação a janeiro, houve alta de 40,2& MoM*. Segundo a Serasa, a expectativa é que com a redução das taxas de juros o processo de renegociação da dívida das empresas torne mais fácil, o que pode refletir numa diminuição dos pedidos de recuperação judicial.

*Month over Month, tendo como tradução para português “mês a mês”

Pedidos de recuperação judicial bate recorde

Postado por Julia em 17/nov/2016 -

O número de pedidos de recuperação judicial subiu para 244 empresas em setembro, quando comparado a 137 empresas em agosto, chegando a um número recorde segundo a Serasa Experian. Em relação a setembro de 2015, o número de empresas com pedidos de recuperação foi 147. As micro e pequenas empresas registraram 917 pedidos de recuperação, seguidas pelas médias com 357 pedidos e pelas grandes empresas com 205.

 

Índice de confiança da construção atinge maior patamar em 1 ano

Postado por Julia em 18/ago/2016 -

Segundo dados da FGV, este índice de confiança atingiu os 72,4 pontos no mês de Julho. Esse foi o maior resultado do índice desde agosto de 2015. A alta de 2,7 pontos deve-se, principalmente, pela melhor avaliação das expectativas, porém ela ainda indica retração do setor, ainda que menos intensa.

Seguro-garantia judicial vira filão em economia desaquecida

Postado por Julia em 09/jun/2015 -

Até pouco tempo atrás, esse segmento era atendido pelas instituições financeiras por meio da fiança bancária. Mas, agora, as companhias de seguro estão entrando com gana nessa disputa

Por Simone Cavalcanti | De São Paulo

Em um momento de baixa do ciclo das grandes obras de infraestrutura no país, as seguradoras encontraram outro filão para manter seus negócios aquecidos: o seguro­garantia judicial. É um mercado com potencial estimado em R$ 100 bilhões anuais por demandas na Justiça, segundo cálculos do BTG, que englobam demandas na áreas civil, trabalhista e tributária em todas as esferas do Judiciário.

Até pouco tempo atrás, esse segmento era atendido pelas instituições financeiras por meio da fiança bancária. Mas, agora, as companhias de seguro estão entrando com gana nessa disputa.

Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostram que, no primeiro trimestre do ano, o volume de prêmios emitidos em seguro­garantia foi de R$ 333,5 milhões, dos quais cerca de 70% voltados a questões judiciais. Rodrigo Loureiro, diretor de garantia da corretora Willis, estima que, até o fim deste ano, o volume de receitas nesse ramo atinja R$ 1 bilhão.

É um segmento em franca expansão que, em quatro anos, pode tomar o lugar da fiança bancária estima André Gregori, presidente da seguradora e resseguradora do BTG Pactual.
Além disso, o produto deve se manter como fonte de receitas mesmo com a retomada dos projetos de obras.

Segundo Gregori, desde o ano passado, o próprio banco iniciou movimento de migração para a seguradora nesse segmento. Hoje 100% do negócio de fiança do BTG Pactual é feito pela companhia por meio do seguro­garantia. O executivo afirma que, do total de prêmios negociados pela seguradora, 40% estão vinculados à modalidade.

A paranaense JMalucelli Seguradora também viu no seguro­garantia judicial boa chance para os seus negócios neste momento. Com foco no mercado de grandes empreendimentos, a empresa atende companhias que atuam em concessões rodoviárias, energia e empreendimentos imobiliários. O que tem compensado a situação econômica atual é o forte crescimento do mercado de garantias judiciais, afirma Gustavo Henrich, vice­presidente da empresa. Ele estima que, atualmente, esse tipo de apólice represente mais do que 50% da totalidade de prêmios produzidos pelo mercado de seguro­garantia.
Do lado da demanda, diz Loureiro, da Willis, as empresas com ações na Justiça têm buscado o seguro para redução de seus custos. Segundo Gregori, esse é um segmento estável e com previsibilidade. Você consegue olhar para frente e saber que sempre haverá execução judicial. Sua aposta é no campo tributário, onde os valores das ações são bem mais elevados e não existe a possibilidade de questionar quaisquer casos na Justiça sem depositar garantias. São casos de bilhões aos borbotões.

Segundo Fernando Mourão, do escritório Braga & Moreno Consultores e Advogados, a brecha que proporcionou a arremetida das seguradoras foi aberta pela Lei 13.043/14, que alterou, em novembro, a Lei de Execuções Fiscais (LEF). Permitiu o uso de apólices de seguro­garantia como caução de dívidas ativas federais, estaduais e municipais. Assim, essa modalidade passou a produzir os mesmos efeitos do depósito judicial e da fiança bancária. Na fase de execução, o seguro­garantia pode entrar no lugar da penhora, inclusive a on­line. A entrada em vigor do novo Código de Processo Civil (CPC), em março do próximo ano, iguala o uso do seguro aos depósitos em dinheiro, o que deve impulsionar ainda mais o mercado segurador.

Com a ampla aceitação da apólice pela Justiça, o produto, que movimenta aproximadamente R$ 600 milhões em valor de prêmio por ano e corresponde a 60% do mercado, tem potencial para, pelo menos, dobrar nos próximos dois anos, diz o presidente da Austral Seguradora, Carlos Frederico Ferreira. O executivo enfatiza que esse é um braço do negócio de seguros que seguirá independentemente do ciclo de investimentos em infraestrutura. Mourão, do Braga & Moreno, diz que a garantia judicial beneficia empresas de todos os portes, pois tem taxas atraentes, não imobiliza o patrimônio e não afeta as linhas de crédito bancário. Pode ser usado por aquelas sem recursos suficientes para fazer um depósito judicial, gerando um menor custo e sem comprometer o patrimônio. O advogado estima que, gradualmente, haverá uma substituição da fiança bancária.

29/05/2015 – Valor Econômico

Novo site da Mello & Possiede

Postado por Julia em 19/maio/2015 -

Este é o novo site da Mello & Possiede. Sua opinião é muito importante para nós. Envie-nos um e-mail com a sua impressão de nosso novo site para ppossiede@mellopossiede.com.br.